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Dinheiro guardado? Saiba quais as melhores opções de investimento!

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O mercado financeiro, com suas siglas obscuras e termos técnicos, realmente pode parecer assustador à primeira vista. O medo de colocar em risco o dinheiro economizado a duras penas acaba levando muitas pessoas à paralisia, ainda mais em um ambiente econômico conturbado como este em que temos vivido nos últimos anos.

Mas, se é verdade que ainda estamos sujeitos a chuvas e trovoadas, a perspectiva é de uma trajetória econômica menos turbulenta à frente, com a retomada do crescimento. Bom para o país, mas desafiador para o pequeno investidor, já que isso também significa queda na taxa básica de juros (a famosa SELIC).

Confira, a seguir, quais as melhores opções de investimento disponíveis, considerando este novo cenário.

1. Tesouro Direto

Esta plataforma permite aplicar diretamente em títulos públicos federais, sendo uma opção prática, simples e segura. A operação é toda feita pela internet, tendo como principal risco a possibilidade de calote pelo governo.

Existem, basicamente, três tipos de títulos disponíveis:

Indexado à SELIC 

Neste caso, é remunerado pela taxa básica de juros, é a opção mais conservadora, sem risco de perda do valor investido. Porém, com o atual cenário de queda desta taxa, vem tendo sua rentabilidade reduzida.

Prefixado

Já este, tem rentabilidade conhecida no momento do investimento, desde que a aplicação seja mantida até o vencimento do título.

Caso aconteça redução nas taxas de juros do mercado, o resgate antecipado pode resultar em uma rentabilidade maior do que a contratada, porém, em caso de reversão desta tendência de queda, ocorre o inverso, podendo haver, inclusive, perda nominal no valor investido.

Indexado à inflação

Nesta situação, por ter uma parcela da remuneração prefixada, pode sofrer as mesmas variações dos títulos prefixados. No entanto, também é corrigido pelo IPCA, o que significa proteção parcial contra a inflação.

2. Títulos bancários

São a “sopa de letrinhas” normalmente oferecida pelos gerentes de banco: CDB, RDB, LCA, LCI. A praticidade de poder investir por meio do banco onde já se tem conta-corrente faz com que sejam as aplicações mais populares, apesar de nem sempre apresentarem os maiores rendimentos.

Sua rentabilidade normalmente é atrelada à taxa básica de juros; por isso, também perdem atratividade com a redução da SELIC. Seu único risco é o de calote pelo banco, o que é diminuído pela existência do Fundo Garantidor de Créditos, que garante valores aplicados até R$250 mil. As LCAs e LCIs têm ainda o benefício da isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos.

3. Ações

A forma mais comum de investimento em renda variável é a compra de ações. É uma das principais opções para quem procura crescimento de patrimônio no longo prazo e se sente confortável correndo mais risco.

Com o crescimento da economia, há uma perspectiva de aumento na lucratividade das empresas, o que se traduz diretamente em rentabilidade para seus acionistas, por meio da distribuição dos lucros e da valorização das ações. No entanto, é preciso muito cuidado na seleção das empresas em que se deseja investir, já que resultados ruins podem ocorrer mesmo em um ambiente econômico positivo.

Uma alternativa é optar por um fundo de ações, pois possui profissionais dedicados à análise do mercado e permite investir em um conjunto maior de empresas com apenas parte dos recursos que seriam necessários no caso de compra direta das ações.

4. Imóveis

É uma das formas mais tradicionais de investimento, principalmente pela sensação de segurança que transmitem: são ativos reais, físicos. Como a demanda por habitação é relativamente constante, também são boas reservas de valor mesmo em tempos de crise, e uma opção para a diversificação de investimentos.

O mercado imobiliário foi um dos setores que mais sofreu nos últimos anos. No entanto, a lenta estabilização da economia tem trazido os primeiros sinais de recuperação: já se observa uma retomada nos lançamentos pelas construtoras e os bancos vêm melhorando as condições de financiamento para compra de imóveis.

Assim, pode ser o momento ideal para aproveitar oportunidades, tanto para aluguel como para moradia, antes que esta recuperação se reflita em aumento nos preços.  

Agora que você já viu como seu dinheiro pode render mais daqui para frente, que tal mostrar também aos seus amigos quais as melhores opções de investimento do momento? Compartilhe este texto em suas redes sociais!


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